Mapeamento de Retina em Belo Horizonte
O exame que examina o fundo do olho por inteiro — fundamental para diabéticos, hipertensos e para a detecção precoce de doenças da retina.

O mapeamento de retina (ou exame de fundo de olho) permite avaliar a retina, o nervo óptico e os vasos sanguíneos do fundo do olho. É um exame indispensável para diabéticos e hipertensos — grupos com maior risco de lesões na retina — e para qualquer pessoa em investigação de doenças como degeneração macular, descolamento de retina e retinopatias.
Realizado pela Dra. Larissa Fouad, oftalmologista com Fellow em Retina e Vítreo, o mapeamento ganha o diferencial do olhar de uma especialista no fundo do olho. Em Belo Horizonte, o exame ajuda a flagrar precocemente alterações que ainda não dão sintomas, aumentando as chances de preservar a visão.
O que a avaliação inclui
Por que avaliar com a Dra. Larissa Fouad?
Diferente de um exame de rotina, aqui o mapeamento é interpretado por uma oftalmologista com Fellow em Retina e Vítreo — o mais alto nível de especialização em doenças do fundo do olho. Isso significa um olhar treinado para detalhes que fazem a diferença no diagnóstico.
Dúvidas sobre Mapeamento de Retina em BH
Tudo o que você precisa saber para se preparar e agendar com segurança.
Serve para examinar o fundo do olho — retina, nervo óptico e vasos — e detectar precocemente doenças como retinopatia diabética, degeneração macular, descolamento de retina e alterações causadas pela hipertensão.
É especialmente importante para diabéticos, hipertensos, míopes altos, pessoas com histórico familiar de doenças da retina e quem apresenta sintomas como moscas volantes, flashes de luz ou perda de visão. Seu oftalmologista indica a frequência ideal.
Sim, geralmente é necessário dilatar a pupila com colírio para examinar toda a retina. A visão fica embaçada por algumas horas, então é recomendável não dirigir logo após o exame e levar óculos de sol.
Quem tem diabetes deve fazer o mapeamento de retina periodicamente, em geral ao menos uma vez por ano, mesmo sem sintomas — a retinopatia diabética é silenciosa no início. A frequência exata é definida conforme cada caso.